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quarta-feira, 15 de abril de 2015

Detox nas unhas já!

Você já ouviu falar em Detox de Unhas? Saiba quais são os principais cuidados que você deve tomar e aprenda como cuidá-las em casa, com a minha participação na revista Viva! Mais​ dessa semana:

terça-feira, 18 de março de 2014

Azeite de oliva beneficia unhas e cutículas

Foi cortar a cutícula e tirou o tradicional "bife"? Se a unha inflamar (ficar dolorida ou rachada), massageie o local com azeite de oliva. A irritação vai embora, e de quebra, o azeite hidrata as mãos e melhora a saúde das unhas e cutículas!

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Garota Pimenta: unhas perfeitas para uma sexta a noite

Hoje, a dica do Garota Pimenta é da Mariana Acosta, de Guarulhos, SP. As unhas dela não ficaram divinas? Ela apostou na cor Dara do Esmalte Colorama. Ótima pedida para uma sexta a noite, não acham? 

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Acetona em esmaltes endurecidos

Você coloca acetona em esmaltes endurecidos com o objetivo de amolecê-los? Saiba que apesar de ficarem mais homogêneos, a acetona no esmalte faz com que a unha perca o brilho e fique fosca. Além disso, o esmalte acaba durando menos nas unhas. O ideal é armazenar os frascos em lugares arejados e ficar de olho no vencimento do produto!

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Descascar as unhas pode deixá-las frágeis

Pra você que possui o hábito de descascar o esmalte com as unhas ou com a boca, a dica é: não faça isso! Esse hábito deixa as unhas fracas. O ideal é andar com lenços removedores de esmalte na bolsa para evitar o problema.

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

É correto fazer as unhas toda semana?

Fazer as unhas toda semana as fortalecem? Muito pelo contrário! A acetona, utilizada para retirar o esmalte, é muito forte e não faz bem para as unhas. É importante deixar as unhas por uma semana sem esmalte pelo menos uma vez ao mês. Isso faz com que elas respirem, tomem sol e assim se fortaleçam.

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Os primeiros esmaltes

O costume de pintar as unhas nasceu na China, no século III a.C. Os primeiros eram feitos de goma arábica, clara de ovo, gelatina e cera de abelha. Os reis pintavam as unhas com as cores preta e vermelha, depois substituídas pelo dourado e pelo prateado.

sexta-feira, 19 de julho de 2013

A saúde das Unhas


As unhas podem dizer muito mais sobre a nossa saúde do que imaginamos.
Uma simples consulta ao dermatologista pode ajudar a diagnosticar doenças não só das unhas, mas também de outros órgãos bem mais distantes da ponta dos dedos.
Por meio delas podemos descobrir doenças hepáticas, pulmonares, renais, alterações endocrinológicas, falta de vitaminas e anemia, entre outras.
As doenças das unhas compreendem cerca de 10% das afecções dermatológicas. Utilizamos no exame clínico uma lupa chamada dermatoscópio que, com uma capacidade de aumento de até setenta vezes, nos ajuda a ver melhor a unha e as suas estruturas.
No consultório, a queixa mais comum é a onicomicose, a micose das unhas, que pode ser causada por vários tipos de fungos.
Aparece normalmente como um descolamento, manchas brancas, amareladas e até mesmo esverdeadas, quando associada à bactérias.
Essa doença é bem mais frequente nas mulheres que cuidam das unhas em salões de beleza e, muitas vezes, contraem a doença em instrumentos de manicure contaminados e devido à retirada da cutícula, hábito que não é comum em países europeus nem nos Estados Unidos.
A cutícula tem um papel importante como barreira protetora para a unha. Por isso, o mais correto é apenas empurrá-la e não cortá-la. Pelo menos 20% da população brasileira se queixa desse problema.
A grande novidade é o tratamento a laser, através do superaquecimento que mata o fungo, recém aprovado pelo FDA.
A onicocriptose, unha encravada, que normalmente ocorre devido ao corte inadequado, também é uma das principais queixas.
O problema pode ficar tão grave que algumas vezes é necessário fazer correção cirúrgica.
Unhas secas e quebradiças também são queixas frequentes.
Isto pode acontecer pela desidratação da lâmina ungueal por uso excessivo de esmalte e acetona ou pela idade avançada, ou ainda por problemas mais sérios como falta de vitaminas, anemia e hipotireoidismo.
Outras alterações relativamente comuns são as manchas.
Mais uma vez nos deparamos com uma gama de alterações que vão desde lesões inócuas, como manchas de origem racial, uso de sapato apertado e lesões benignas como nevos, até melanoma, um câncer de pele de alta malignidade.
Nem sempre unhas amareladas significam micose.
Podemos estar diante de psoríase ungueal por exemplo, uma doença inflamatória que afeta cerca de 1 a 2% da população mundial e que pode iniciar pelas unhas.
Na psoríase também observamos outras alterações nas unhas como pitting (pequenas depressões puntiformes), estilhas hemorrágicas que aparecem como marcas lineares vermelhas, mancha em óleo e mancha salmão.
Abordando a parte sistêmica temos alterações bem características de cada caso.
Na insuficiência renal as unhas ficam metade branca e metade vermelha, o que chamamos de unha meio a meio.
Nas doenças respiratórias, podem se assemelhar a um vidro de relógio.
Em alguns tipos de anemia essa semelhança é com uma colher, a chamada coiloníquia.
Unhas avermelhadas podem estar relacionadas a problemas cardiovasculares.
São inúmeras as alterações que podem ocorrer nas unhas, indicando problemas graves e outros nem tanto.
O dermatologista é o responsável pelos cuidados com elas e, portanto, sua análise faz parte de um exame dermatológico completo.